quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Saber amar...
O amor te escapa entre os dedos
E o tempo escorre pelas mãos
O sol já vai se pôr no mar
Saber amar
Saber deixar alguém te amar
Há quem não veja a onda onde ela está
E nada contra o rio...
O tempo está escorrendo pelas mãos... Acho que eu vou parar de nadar contra o rio e aprender a deixar alguém me amar.
Já que aquele que me interessa não se interessa por mim, vou deixar quem se interessa por mim tentar me fazer feliz. Ponto.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Eu vi um Beatle!!!
Eu estava lá.
Eu estava lá...
Eu estava lá!
EU ESTAVA LÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ontem foi O dia.
O dia em que acordei ansiosa, o dia em que não consegui comer direito, o dia em que pisei no templo sagrado para ver o melhor show da minha vida!
Hoje, após me recuperar, cá estou na internet, lendo várias matérias sobre o show e nenhuma foi tão feliz ao escrever sobre o mesmo como a do Stycer (http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/2010/11/22/morumbi-em-transe/ ).
Transe. Essa é a palavra.
Durante vários momentos do show cantei, chorei, gritei, pulei... mas, em muitos eu me senti hipnotizada por aquele que, junto a John, George e Ringo, revolucionou a música mundial: eu não conseguia cantar, chorar, me mexer... parecia que eu estava em transe mesmo, apenas apreciando aquele momento histórico ao qual eu estava fazendo parte.
Foi um show sem tumultos, sem empurras... parecia que todas as pessoas entraram no Morumbi no mais lindo espírito "love" que os Beatles tanto pregaram. Todos conversavam com todos, várias músicas levavam a comentários, lembranças (eu mesma, ao ouvir "Something", me lembrei de outro mágico momento em minha vida: eu, sentada na janela do hotel Transcontinental, em Miami - a janela era enorme, toda em vidro e com uma espécie de muro o qual eu me sentava - olhando a paisagem, ouvindo o cd Abbey Road com a minha mãe. Nós fomos para lá logo depois do falecimento do meu pai e essa viagem nos ligou ainda mais. E esse cd me faz lembrar da minha mãe)
Voltando ao show: jovens e pessoas mais velhas cantando em coro, se emocionando (havia um senhor ao meu lado que a todo o momento secava as lágrimas de seus olhos, cantarolando as mais lindas melodias que eu já ouvi e, perto da gente, jovens abraçados cantando as músicas).
Eu não vivi a Beatlemania como a minha mãe. Mas ontem eu consegui ter uma ideia.
Sir Paul McCartney cantou, dançou, falou algumas frases (lidas) em português... com seu carisma e energia (é incrível, ele passa, sim, uma ótima energia!) conseguiu levantar um coro de 64 mil pessoas, todas emocionadas por fazer parte do show desse ícone!
Seu show é, nada menos do que, uma mega prdução: imagens, sons, iluminação perfeitos! Sua banda, mais do que competente (aqui eu tenho que fazer uma observação sobre seu baterista, Abe Laboriel Jr., que dança do início ao fim na música Dance Tonight e rouba a cena... hilário!)
Estar num show do Paul McCartney e ouvir ali, ao vivo, aqueles arranjos que mudaram a história da música não tem preço. Como não tem preço também a recordação que vou carregar pelo resto da minha vida:
EU VI UM BEATLE!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Show do Paul McCartney
Galera, uma amiga comprou dois ingressos para o show do Paul McCartney dia 22, segunda e não poderá mais ir... ela os está vendendo por R$300 (os dois) - ambos são de arquibancada... quem tiver interesse me fala que eu mando o link dela...
bjuxxxxx
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Olavo bilac... poeta das estrelas
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Irmãs
Bom, para quem não sabe, tenho duas, mais velhas do que eu (Cynthia - 8 anos de diferença e Sheila - 13 anos de diferença) que são mais do que especiais em minha vida.
Cada uma ao seu modo sempre me apoio e incentivou em tudo: desde as coisas mais simples aos mais loucos projetos... e isso é muito especial para mim!
Bom, a Sheila é a típica irmã mais velha: como ela mesma diz, minha IRMÃE... sempre me protegeu, apoiou e me aguentou quando eu queria sair com ela e o Tom, meu cunhado... haja paciência! Eu adorava sair com eles, ir ao clube, passear...
É por causa dela que me tornei professora, pois as primeiras lembranças que tenho dela são os momentos em que ela se debruçava nos livros, estudando e preparando aulas. E eu achava aquilo o máximo! Outra curiosidade: minha letra é muito parecida com a dela. Enquanto eu não consegui escrever rápido e bonito como ela não sosseguei.
Me senti muito honrada quando ela veio me contar que estava grávida! A sobrinha que eu tanto pedia quando era criança!
Me lembro, também, dela torcendo por mim e chorando quando conquistei medalha no campeonato de GRD, na minha formatura, no momento em que recebi o canudo (é claro que fui procurá-la no meio da multidão), na minha defesa de mestrado... enfim. É dela, também, que herdei minha emotividade - choramos e nos emocionamos facilmente.
Com a Sheila aprendi a me vestir, pois eu adorava me arrumar como ela: eu acordava e a via se arrumando... quando eu levantava, fazia questão de colocar uma roupa parecida com a dela! Eu achava o máximo! Também aprendi a me maquiar, a usar o lápis de olho (vício da Sheila - rsrsrs)
Com a Sheila adquiri o meu gosto por música: clássica (lembro dos "discos de vinil" que el ouvia), jazz, pop internacional... Michael Jackson surgiu na minha vida por causa dela também!
Hoje trabalhamos juntas na faculdade. Para mim é uma honra estar ao lado dela na vida profissional, pois muito do que sou hoje devo a ela! Te amo, Sheiloca!!!

A Cynthia é minha irmã do meio, a companheira de aventuras: cinema (lembro do dia em que ficamos escondidas ao acabar uma sessão e assistimos outra sem pagar... rsrsrsrs - coisa feia), clube, passeios... ela sempre lembrava de mim quando saía (lembro-me de ir com ela e as amigas a vários lugares e me achar o máximo andando no meio das "grandes").
A Cynthia era a motorista oficial do carrinho da praça de Serra Negra! Não adiantava: eu queria que ela me levasse, e não o tiozinho, "dono" do carrinho... Aquele era um momento nosso!!! A gente ia conversando, a Cynthia ia fazendo sons e brincadeiras comigo... era muito bom!É por causa da Cynthia que amo Agatha Christie e Sherlock Holmes: eu a via lendo os livros e, quando ela os terminava, eu pegava "emprestado sem ela saber" para ler também. Sou viciada neles até hoje!
Por causa da Cynthia eu também conheci o Rock! Lobão, Legião Urbana, Plebe Rude, Ultraje a Rigor... tantas bandas nacionais que eu passei a amar por causa dela!!! É por causa dela que eu só sei estudar com barulho - rsrsrsrs - me lembro de fazer as lições e ela estar com o som ligado (muito alto)... aprendi a me virar com o barulho. Hoje só estudo assim...Com a Cynthia aprendi o que é confiança: vários segredos que ela compartilhou comigo e me fez sentir importante (lembro quando ela me contou: que estava grávida, que ia para a Alemanha...)!
Com ela também aprendi o que é "tocar de ouvido": eu a via tocando violão, teclado, piano e queria ser como ela... até que consigo me virar na escaleta e no teclado por causa disso, né? Eu a via tocando e, quando ela saia, eu a imitava, pois eu queria ser como ela (não chego nem aos pés do que ela toca - eu só brinco mesmo - mas que eu queria - e quero um dia - tocar como ela... ah como eu queria!)!Te amooooo, Cynthioca!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Palestra gratuita
Dia 03 de agosto de 2010 a partir das 20:00 horas na Av. Ana Costa, 100 conj. 98 - Ed. Yara Center - Vila Mathias - Santos/ SP, a Marca Pessoal - Consultorias e Treinamentos estará realizando uma palestra com o tema:
VISÃO 360º - Como eu me vejo? Como as pessoas me vêem? E, como me sinto em relação a isso? Com esta abordagem, é possível lapidar o perfil de cada profissional, mostrando que suas capacidades podem, e devem ser apresentadas da melhor forma possível.
A palestra é gratuita, sendo necessária apenas confirmação da presença por e-mail (alloy@minhamarcapessoal.com.br )dos nomes e RGs de todos que forem participar. Pensando em beneficiar alguma instituição da nossa cidade, pedimos à todos que forem participar da palestra que tragam 1 quilo de alimento não perecível.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Mick Jagger facts...
Fonte:
http://uolesporte.blog.uol.com.br/arch2010-07-04_2010-07-10.html#2010_07-06_12_34_16-10305746-0


Confiram o Mick Jagger Facts.
*Mick Jagger comprou um circo e o anão cresceu
*Mick Jagger, quando cruza com um gato preto, dá azar ao gato
*O planeta preferido de Mick Jagger sempre foi plutão.
*Mick Jagger para Geisy Arruda: 'vai com esse vestidinho rosa, a galera da Uniban vai amar!
*Pra não ter azar, a madeira bate 3 vezes no Mick Jagger.
Se o leitor souber de mais alguma pérola do cantor, escreva na caixa de comentários. Outras façanhas você encontra no Twitter Mick Jagger Facts.
domingo, 4 de julho de 2010
Concordo. E ponto final.
Não se ganha Copa sem craques
Concentração é importante, mas não ganha e nem perde jogo.
Numa Copa do Mundo, por exemplo, muito mais importante do que trancar ou liberar os jogadores é o pais estar representado por uma equipe de alta qualidade, equilibrada emocionalmente e bem preparada.
E cá entre nós: pecamos nisso. O Brasil não perdeu porque o time ficou trancado e teve pouco contato com o público. A verdade é que não sobrávamos na turma, como aconteceu nos nossos cinco títulos mundiais.
Meus motivos:
1 – Kaká não mediu esforços para recuperar sua condição, mas não conseguiu;
2 - Robinho fez dois gols, ótimo. Mas não desequilibrou com suas pedaladas. Parecia o reserva do Manchester City.
3 - Luís Fabiano acabou prejudicado pelo fraco rendimento de Kaká e Robinho, porque a bola nunca lhe era passada como deveria.
4 - Michel Bastos não entrou em campo.
5 – Felipe Melo não precisa ser analisado. O mundo inteiro viu o desequilíbrio mostrado por ele em alguns jogos da Copa.
6 – Gilberto Silva foi eficiente na marcação. Apenas isso.
7 – Elano, quase sempre criticado pelas convocações, foi um dos destaques da seleção brasileira. Além de lutar pela recuperação da posse de bola, ele criou belas jogadas ofensivas e marcou dois gols. Saiu da Copa vitimado pela violência..
Júlio César, Maicon, Lúcio e Juan, além de Elano, que se contundiu, estiveram à altura de uma seleção brasileira. O que é muito pouco.
Voltando ao assunto de concentração aberta ou fechada. Já presenciei times brilharem o fracassarem em regimes fechados ou abertos.
Particularmente, sou contra isolamento. Acho que o jogador tem que conviver num hotel de funcionamento normal e não exclusivo da seleção desde que ele seja responsável e saiba estabelecer o seu limite.
Na Copa do Mundo de 1974, a primeira que eu trabalhei como repórter, a delegação holandesa formada por grandes craques como Cruyff, Neskeens, Rep, Resembrinck e tantos outros, inovou: os jogadores dividiam os quartos com suas esposas e a Laranja Mecânica era uma máquina.
O Brasil ficou trancado e foi eliminado pela própria Holanda. Mas é bom deixar claro que mesmo em regimes fechados, o Brasil foi o país que conquistou o maior número de copas do mundo. Como em 2002, com Felipão. Portanto, o importante é ter uma equipe de alto nível.
Por Maria às 15h50